Antônio Batista Xavier

22/01/1928 - 03/05/2015 (87 anos)

Nascimento

22/01/1928

Anicuns

Falecimento

03/05/2015

Goiânia

Biografia

Nascido aos 22 dias do mês de janeiro de 1928, na cidade de Anicuns, Goiás, filho mais novo dos nove do fazendeiro e comerciante João Baptista Xavier e da comerciante Josefa Rosaura Batista. Seus irmãos foram Laudelino, Maria, Francisca, Judith, Arlindo, Sebastião, João, e Domingos.

Iniciou os estudos em Anicuns, todavia, logo aos 13 anos mudou-se para Goiânia onde estudou nos tradicionais colégios Ateneu e Lyceu.

Ingressou na Faculdade de Farmácia e Odontologia, uma das cinco escolas superiores que viriam a fundar a Universidade Federal de Goiás.

Ao final do curso optou pelo ofício de farmacêutico. Logo após a conclusão da graduação casou-se em 08 de dezembro de 1952, com Altair Nunes Ferreira, que passou a se chamar Altair Nunes Xavier. Altair foi sua paixão desde a infância, quando a conhecera. Ela era sua prima em terceiro grau, uma vez que, João Baptista Xavier, era primo em primeiro grau do pai dela, Pedro Nunes Ferreira.

Começa sua vida profissional como proprietário da Farmácia São Francisco em Anicuns.

Em 1953 tem seu primeiro filho, Newton.

Em 1960 tem sua primeira filha, Neusa.

De 1961 a 1963 atua também como professor de Ciências Físicas e Naturais no Ginásio Estadual de Anicuns.

Em 23 de setembro de 1961 inicia sua vida maçônica, na Loja Paz Universal n. 17. Nela exerceu vários cargos, entre eles o de Venerável Mestre, por quatro mandatos.

Em 1963 adquire a Farmácia Nossa Senhora Auxiliadora, localizada na Avenida Araguaia, e que fora a primeira farmácia de Goiânia.

De 1965 a 1968 foi Conselheiro no Conselho Regional de Farmácia.

Em 1965 nasce a filha, Neyde.

Em 1966 Nasce o filho, Antônio Junior.

Em 1967 conclui a faculdade de Direito da então Universidade Católica de Goiás, atual Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

Em 1968 foi Conselheiro Geral do Conselho Regional de Farmácia.

Foi Presidente da Indústria Química do Estado de Goiás durante o governo Ary Valadão.

Em 1981, após ter ocupado o cargo de Delegado dos Grãos-Mestres na duas gestões anteriores, foi eleito para seu primeiro mandato na condição de Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado de Goiás, tendo nesse mandato fundado 13 Lojas e construído o Palácio Maçônico.

Em 1987 é novamente escolhido para o cargo de Grão-Mestre, tendo em seu segundo mandato fundado novas 13 Lojas, construído a praça do Maçom e a casa do Maçom, realizou plebiscito para escolha da sede, presidiu a eleição e deu posse ao Grão-Mestre do recém criado estado do Tocantins. Ainda nesse mandato apresentou a tese pela inserção da palavra "maçônica" às Grandes Lojas. Criou nesse período a Comenda Cruz do Anhanguera, aprovada em Assembleia Geral em 18 de março de 1989, e sancionada pelo Decreto n. 027 / 87-90.

Em 1993 foi eleito para seu terceiro mandato como Grão-Mestre, tendo fundado 8 Lojas no período, além de construído o palácio do Maçom.

Foi Conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil em Goiás, por três mandatos, de 1995 a 2003, tendo participado das gestões de Eli Alves Forte e Felicissímo José de Sena.

De 1999 a 2010 foi conciliador-árbitro da sexta Corte de Conciliação e Arbitragem de Goiânia.

Em 2008 publicou o livro "Anicuns - Terra do Ouro e Contos Mais", o primeiro sobre a cidade de Anicuns, sendo o mesmo lançado no Salão de Eventos da cidade naquele ano.